quarta-feira, 28 de abril de 2010

Comemorações na ESA

Vamos festejar a República - Programa

Abertura das comemorações

Iniciamos as comemorações do Centenário da República, na Escola Secundária de Arouca, entoando e tocando o Hino Nacional, um dos símbolos da República. Contámos com a colaboração dos alunos que frequentam a Academia de Música, do Curso Profissional de Instrumentista e do seu director, o Professor Paulo Almeida.



Vamos cantar o Hino Nacional

A Biblioteca/CR e o Departamento de Ciências Sociais e Humanas (disciplina de História), com a colaboração do Curso Profissional de Instrumentista, da Academia de Música de Arouca, da Câmara Municipal de Arouca e da Associação de Estudantes da Escola Secundária de Arouca, convidaram toda comunidade escolar a participar na entoação do Hino Nacional que decorreu, às 10 horas do dia 23 de Fevereiro, em frente ao pavilhão 2.












Dia da Árvore e Centenário da República

Na ESA estamos a festejar o Centenário da Implantação da República, associando-o às características próprias do regime republicano e aos valores da cidadania numa sociedade democrática.
Os alunos do 8.º ano da turma B encontram-se a desenvolver o trabalho «Bioversidade - da palavra à acção», o qual tem como objectivos principais a promoção da cidadania ambiental na população local, sensibilizando-a para a necessidade de reflorestação de áreas florestais com espécies arbóreas autóctones. Projecto

Concurso "A REPÚBLICA DE A a Z"

Vamos todos festejar e saber mais sobre a República!
Para melhor conhecer a República, está a decorrer na ESA o jogo “A República de A a Z”, onde se vão respondendo às questões que são colocadas. No final, a B/CR atribuirá um prémio aos que responderem acertadamente ao maior número de questões.



Comemorações do Dia Mundial do Livro e do 25 de Abril
No passado dia 23 de Abril de 2010, a B/CR associou duas comemorações: o Dia Mundial do Livro e, antecipadamente, o 25 de Abril.
A Revolução de Abril começou por ser comemorada, logo pela manhã, com “E depois do adeus”, cuja divulgação esteve a cargo da Rádio-Escola.
Às 10 horas, um coro de alunos (turma do 10ºC) e alguns professores entoaram duas canções simbólicas da Revolução: "Grândola Vila Morena" e "Somos Livres", na sala de convívio.



Animações do DVD "25 de Abril, 32 Anos, 32 Perguntas"
01 - Tinham medo de Salazar? Até os políticos?
02 - O povo tinha direito a voto ou era obrigado a votar em Salazar?
03 - Antes de 1974 já tinha havido alguma revolução?
04 - Alguém conseguiu fugir do Tarrafal?

05 - O que possibilitou a manutenção de uma ditadura durante 40 anos?
06 - Que razões levaram a formar a PIDE?
07 - De que modo os programas da rádio eram controlados pela Censura?
08 - A emigração nos anos 60 foi muita. Porquê?
09 - Porque é que os rapazes e as raparigas tinham de andar em escolas separadas? Como é que namoravam e conseguiam casar?

10 - A população portuguesa estava preparada para o 25 de Abril?
11 - Como é que "os guardas" do 25 de Abril conseguiram planear sem a PIDE os ver?
12 - Onde é que arranjaram coragem para fazer a revolução e conseguirem derrotar os guardas?

13 - O Zeca Afonso já tinha as canções preparadas? Ele já sabia que no dia 25 de Abril de 1974 ia haver uma revolução?
14 - Enquanto preparavam e executavam a revolução, os soldados pensaram na terríveis consequências que podiam sofrer se fossem descobertos e o golpe falhasse?

15 - Em que condições se entregou Marcelo Caetano?
16 - Houve mortos durante a revolução?
17 - Porque é que depois do 25 de Abril, os homens da revolução não pagaram com a mesma moeda?

18 - Como é que o povo soube que aquele dia era o dia da libertação?
19 - Nas pontas das espingardas foram colocados cravos vermelhos. Porquê?
20 - Todas as pessoas estiveram de acordo com este acontecimento histórico?
21 - 25 de Abril é uma revolução popular ou militar?
22 - Quem foram as pessoas que estiveram a frente do 25 de Abril. Existe alguma coisa a elogiá-las?
23 - Depois da revolução, o país teve dificuldades em organizar-se políticamente?

24 - O povo português não teria demasiada liberdade depois de 1974?
25 - Como é que foi a luta depois do 25 de Abril?

26 - Que impacto teve o 25 de Abril a nível mundial?
27 - O que aconteceu às nossas colónias? Como foram libertadas?

28 - Nos nossos dias, existe alguém que possa adquirir os poderes de Salazar?
29 - O que torna um regime totalitário absurdo?

30 - O que mudou em Portugal depois do 25 de Abril?
31 - O que aconteceu aos presos políticos e aos condenados políticos depois do 25 de Abril?
32 - Se antigamente as pessoas não tinham liberdade para serem felizes, porque não saiam de Portugal?

quinta-feira, 22 de abril de 2010

A minha família há cem anos








A minha terra (Arouca) há cem anos


A fome em Arouca


Arouca D'ontem

Portugal há cem anos

As críticas ao regime monárquico, Rafael Bordalo Pinheiro




Revolução de 5 de Outubro de 1910
Rotunda da Avenida – Estandarte que acompanha os revolucionários

Fonte: António Ventura, Os postais da primeira república, Álbuns da República, Tinta da China

A obra da Primeira República foi julgada de formas diferentes. Para uns, foi um período totalmente negativo, que substituiu a autoridade pela demagogia, desorganizou o aparelho do Estado, tornando-o incapaz de resolver problemas reais, empobreceu o País, retardou o progresso económico, agravou a dependência semicolonial em relação à Inglaterra e se resumiu a uma irresponsável palradeira parlamentar entrecortada por páginas sangrentas. Para outros, foi uma época de agitação fecunda e criadora que fez a primeira experiência de governação democrática, interessou o povo no processo político, deu passos definitivos e inovadores na legislação da família e do ensino, defendeu os domínios ultramarinos da avidez das grandes potências pelo corajoso preço da entrada na Primeira Grande Guerra e permitiu a formação da mentalidade política civilizada e progressiva revelada pelos intelectuais da Seara Nova.
In História concisa de Portugal de José Hermano Saraiva.


Ser republicano, por 1890, 1900 ou 1910, queria dizer ser contra a Monarquia, contra a Igreja e os Jesuítas, contra a corrupção política e os partidos monárquicos, contra os grupos oligárquicos. Mas a favor de quê? As respostas mostravam-se vagas e variadas. […] a tendência geral era antes para se conceder à palavra “República” algo de carismático e místico, e para acreditar que bastava a sua proclamação para libertar o país de toda a injustiça e de todos os males.
In História de Portugal de A. H. Oliveira Marques, vol. III


Grupo de republicanos no Porto, em 1884


Emigrados do 31 de Janeiro de 1891 em Espanha

Centenário da República em Portugal

Em 5 de Outubro de 2010, comemora-se o primeiro centenário da República em Portugal.
Foi proposto às escolas que realizassem iniciativas e actividades comemorativas da implantação da República, divulgando a história, apelando à reflexão sobre os ideais republicanos e sobre as características e valores da cidadania numa sociedade democrática, envolvendo os alunos, os professores, os pais e encarregados de educação.

Foi com estes objectivos que foi criado este blogue que se desenvolverá de acordo com os seguintes eixos orientadores:

• Portugal há cem anos;
• A minha terra (Arouca) há cem anos;
• A minha família há cem anos.

Além da divulgação de aspectos da História nacional e local relacionados com o período republicano, pretende-se também incentivar o conhecimento/auto-conhecimento familiar e fomentar o diálogo entre gerações (filhos, pais, avós, bisavós…) assim como as relações/ligações de vizinhança que tão importantes foram e que, nos tempos que correm, se encontram tão desvalorizadas.

Espera-se a participação de alunos, professores, pais, encarregados de educação e de todos os elementos da comunidade educativa e, ainda, a de todas as pessoas que pretendam enriquecer este projecto com o seu contributo.

A participação neste blogue é livre, desde que tenha qualidade e se apresente em bom português.